
Aleister Crowley foi sem sombra de dúvidas o maior mago do século XX. Denominando-se a "Besta do Apocalipse", marcou o cenário esotérico com sua presença e carisma unidos ao conhecimento que detinha. Criou o Tarô de Crowley com todo aparato simbólico, desenhado por Lady Frieda Harris, que foi publicado junto com seu livro The Book of Thoth, pela primeira vez em 1971, fugindo ao simbolismo tradicional do baralho.
Um dos mais populares da atualidade, o Tarô de Crowley é a culminação de todos os estudos dele sobre Astrologia, Numerologia, Cabala e Ocultismo.
Em Tarô de Crowley — Palavras-chave, Hajo Banzhaf e Brigitte Theler expõem de forma didática 18 maneiras de disposição das cartas, descrevem detalhadamente a simbologia de todos os Arcanos Maiores e Menores e no final de cada uma fornecem o seu atributo astrológico.
"Cada carta é, em determinado sentido, um ser vivo, e suas relações com as
vizinhas são o que se poderia chamar de diplomáticas. Ao estudante cabe a
tarefa de incorporar estas pedras vivas a seu templo vivente."
Aleister Crowley
Tarô de Crowley - Palavras-Chave (Hajo Banzhaf & Brigitte Theler)
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Teurgia
Ilustração: "Fausto de Goethe" - RembrantMarcadores: Magia
Magia - Uma Introdução
Das palavras persas magi ou magus (sábio), MAGIA é a ciência que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades internas e ocultas do Homem, até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais que visam entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e da Divindade.A magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
A magia seria também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito , como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia.
No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.
A prática da magia requer o aprendizado pelo iniciado de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação, visualização e contemplação. Franz Bardon, proeminente mago do século XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, produção de amuletos e a manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares.
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Legião - Um olhar sobre o Reino das Sombras (Trilogia O Reino das Sombras - Volume I) - Robson Pinheiro (pelo espírito Ângelo Inácio)

Sombra e luz, escuridão e claridade. Essa realidade dupla forma o interior do ser humano, que tenta negar-se a cada dia, enganando-se. A maioria das pessoas quer ser apenas luz. Recusam-se a identificar a sombra que faz parte delas. Religiosos de um modo geral falam de um lado sombrio, diabólico, umbralino, como se esse lado escuro fosse algo externo, ruim, execrável. Até quando negar a realidade íntima?
Até quando adiar o conhecimento do mundo interno? Inúmeras tentativas foram realizadas para conscientizar o homem terreno de que as chamadas trevas exteriores são apenas o reflexo do que existe dentro dele. Sob a condução do espírito Pai João, o mesmo pai-velho de Aruanda, romance anterior do espírito Ângelo Inácio, entregue-se a uma viagem inesquecível pela paisagem extrafísica que certamente revelará mil e um aspectos surpreendentes.,
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