O Olho de Hórus



Série de 10 episódios baseada nas investigações do Egiptólogo e Matemático R.A.Schwaller de Lubicz e também na Escola de Mistérios do "Olho de Hórus", que dirigiu o destino do povo egípcio durante milhares de anos.

A série mostra que os sacerdores egípcios planejaram uma maneira de elevar a consciência de seu povo, construindo, durante milhares de anos, uma série de templos ao longo do rio Nilo. Os utilizavam como "livros vivos" e enciclopédias de conhecimento para transmitir a informação acumulada, e o funcionamento do universo durante muitas gerações para seu povo. Os templos também serviam como pólo para o avanço de sua civilização.

Os antigos sacerdotes estruturaram uma sociedade baseada em 2 conceitos fundamentais: A Reencarnação, como método divíno para que o espírito do homem evolua na aquisição de informações sobre o universo e a Iluminação como passo final de todo este processo. Para os egípicios, o homem vive em um processo evolutivo de 700 reencarnações. As experiências destas vidas transformam um ser instintivo e ignorante e um super-homem, transformam um animal inocente e primitivo em um sábio imortal. Segundo eles, Deus organizou um plano divino baseado na reencarnação para que o homem, ao experimentar em sua própria carne, entenda como funciona o próprio universo.

Informações:

Título Original: El Hojo de Horus
País de Origem: México
Ano de Lançamento: 2000
Produção: Arcobaque Haus / Canal Caracol
Direção e Apresentação: Fernando Malkún
Audio: Português
Legenda: s/l
Duração: Aproximadamente 50 min por episódio

Relação de episódios

Episódio 1:
A Escola de Mistérios

Episódio 2:
Osíris Senhor da Reencarnação

Episódio 3:
A Esfinge, Guardiã do Horizonte

Episódio 4:
A Flor da Vida

Episódio 5:
Saqqara, O Complexo de Cristal

Episódio 6:
Saqqara, A Máquina Quântica

Episódio 7:
Dendera, O Amanhecer da Astronomia

Episódio 8:
EDIFU O Caminho Para a Compreensão

Episódio 9:
COM OMBO O Portal da Liberdade

Episódio 10:
PHILAE O Princípio Feminino



Observação: A série completa pode ser vista no Youtube.

Dead Can Dance



Desde a sua criação em 1981 até ao final da década passada, os australianos de origem anglo-irlandesa “Dead Can Dance” mudaram o panorâma da música alternativa feita no velho continente. Colheram e reiventaram influências da folk, da pop, da música antiga e tradicional dos quatro cantos do mundo. Ao todo, oito discos atemporais.

O grupo Dead Can Dance consiste essencialmente num duo composto por Lisa Gerrard e Brendan Perry, dois australianos, ambos de origem anglo-irlandesa, que no início dos anos 80 se juntaram para dar origem a um dos agrupamentos musicais mais emblemáticos da música alternativa do final do século XX. E realmente é impossível catalogar a música produzida pelos Dead Can Dance, a não ser como alternativa, o que é sempre um pouco vago, tal não é a quantidade de influências que desfilaram ao longo de 17 anos de carreira, 8 discos de originais e inúmeras colaborações com outros artistas.

Elementos típicos da música pop, folk, música medieval, música de origem árabe, misturam-se constantemente com ritmos tribais, ou com música de câmara, de modo a criar ambientes únicos, plenos de espritualidade, plenos de alma. E é precisamente na busca da alma escondida em cada instrumento musical que se inspira o nome do grupo. Como diz Brendan Perry, “o significado por detrás do nome tem a ver com a procura da vida inerente aos instrumentos musicais, que por si só são objetos inanimados, mortos”.

Fonte: Last FM

Rakim



The Host Of Seraphim

Eram os Deuses Astronautas? (Erich Von Däniken)



O autor defende neste livro a existência de outros seres inteligentes no universo e propõe que extraterrentres tenham trazido grandes conhecimentos à Terra. A evidência disso estaria nos achados arqueológicos, monumentos antigos, mapas e marcas intrigantes.

Este livro não se trata de um livro de estória mas sim de um conjunto de perguntas sobre um conjunto de fatos que a nossa ciência simplesmente não tem resposta ou evita buscar devido do embaraço que tais especulações podem causar.

O livro nos propõem a principio uma simples teoria que relata como seria se uma civilização altamente desenvolvida cultural e tecnologicamente entrasse em contato com uma civilização primitiva, não seria difícil imaginar que os primitivos acostumados a adorar o sol e lua logo tratariam de adorar o visitante como deuses e mesmo que tentassem algum tipo de resistência logo seriam dominados pelo poder bélico desta civilização avançada, fato este que ocorreu na América com a chegado dos espanhóis e portugueses.

Link - Os Nefilins



Link bem interessante que fala de visitas extraterrestres às civilizações antigas (Suméria, Egito, Atlântida, Lemúria, entre outras) e de como esses seres, tidos erroneamente como deuses, influenciaram a humanidade e sua evolução através de tecnologias avançadas. Vale a pena dar uma lida.

http://osnefilins.tripod.com/

Tarô de Crowley - Palavras-Chave (Hajo Banzhaf & Brigitte Theler)



Aleister Crowley foi sem sombra de dúvidas o maior mago do século XX. Denominando-se a "Besta do Apocalipse", marcou o cenário esotérico com sua presença e carisma unidos ao conhecimento que detinha. Criou o Tarô de Crowley com todo aparato simbólico, desenhado por Lady Frieda Harris, que foi publicado junto com seu livro The Book of Thoth, pela primeira vez em 1971, fugindo ao simbolismo tradicional do baralho.

Um dos mais populares da atualidade, o Tarô de Crowley é a culminação de todos os estudos dele sobre Astrologia, Numerologia, Cabala e Ocultismo.

Em Tarô de Crowley — Palavras-chave, Hajo Banzhaf e Brigitte Theler expõem de forma didática 18 maneiras de disposição das cartas, descrevem detalhadamente a simbologia de todos os Arcanos Maiores e Menores e no final de cada uma fornecem o seu atributo astrológico.

"Cada carta é, em determinado sentido, um ser vivo, e suas relações com as
vizinhas são o que se poderia chamar de diplomáticas. Ao estudante cabe a
tarefa de incorporar estas pedras vivas a seu templo vivente."

Aleister Crowley

Loreena McKennitt




Loreena Isabel Irene McKennitt é uma cantora canadense nascida em 17 de fevereiro de 1957. Compositora, pianista e harpista, além de muitos outros dotes artísticos Loorena é conhecida pelo seu estilo de música em estilo New Age, Celta eclético, com tendências do Médio Oriente.

Filha de Jack e Irene Mckennitt, Loreena nasceu em Morden, Manitoba de ascendência irlandesa e escocesa. Loreena assim como muitas crianças demonstra na infância um grande interesse por música. Foi então que Loreena iniciou-se na formação musical, Loreena estudou piano clássico por 10 anos e canto durante 5 anos.

Nos anos 70, Loreena já se apresentava em clubes de música e em espetáculos musicais.

Em 1981, Loreena mudou-se para Stratford, Ontario, onde trabalhou como compositora, atriz e cantora no Festival Shakespeareano do Canadá e é onde ela reside atualmente. Seu primeiro álbum Elemental, foi lançado em 1985, e atraiu a atenção mundial, por ser um auto-trabalho. Incluindo To Drive the Cold Winter Away em 1987, Parallel Dreams em 1989, The Visit em 1991, The Mask and Mirror em 1994, The Winter Garden em 1995 e The Book of Secrets em 1997.

Loreena juntou à cultura celta, a elementos da música oriental, introduzindo um toque erudito e utilizando instrumentos folclóricos, aliados aos sons eletrônicos obtidos através de sintetizadores. Somado a isto vocais diáfanos que remetem a eras indefinidas. O resultado desta mistura é o sucesso da canadense.

Sua música “The Mummers Dance”, foi um sucesso generalizado, que recebeu consideráveis prêmios e se destacou nas rádios norte-americanas. Seu primeiro álbum completo An Ancient Muse, trabalhado em estúdio por nove anos, foi lançado em novembro de 2006.

Todos os seus trabalhos sempre foram idealizados por custeio próprio, e sob a marca da produtora Quinland Road. Produtora esta que é administrada pela própria Loreena.

A Quinland Road não é tão famosa como produtora musical, já que tem apenas como instrumentista e artista a própria Loreena. Mesmo tendo criado este selo para distribuir seus cds e expandir suas fronteiras, Loreena se associou a Warner que divulgou seu quarto álbum, The Visit, em 31 países. O sucesso foi tanto que Loreena recebeu disco de platina dupla no Canadá, vendeu mais de 300 mil cópias em outros países, sendo que 200 mil foram só nos Estados Unidos. Em países como Austrália, Nova Zelândia, Itália e Espanha, Loreena ganhou disco de ouro. Mostrando assim que a gravadora de uma única artista é um sucesso que já vendeu mais de 4 milhões de álbuns em mais de 40 países.

Em 1993, sua música tornou-se mais conhecida, época esta em que Loreena excursionou pela Europa, apoiando Mike Oldfield. Em 1995 sua versão da música Bonny Portmore foi tema de destaque do filme Highlander 3, provocando assim um grande aumento nas vendas pelos fãs do filme.

Sua música também foi destaque nos filmes Soldier, Jadie e foi no filme The Mists of Avalon, que Loreena alcançou maior notoriedade também quando algumas de suas músicas foram selecionadas como trilha sonora do filme, filme este que sua trilha sonora principal era The Mystic’s Dream, música de Loreena. Vale ressaltar que o filme também recebeu indicação como melhor trilha sonora. A série televisiva Roar também teve como trilha as músicas de Loreena.

Em 1998, três pessoas próximas a Loreena, entre elas seu noivo, morrem em um acidente de barco na “Georgian Bay”, afetando profundamente Loreena, o que a fez fundar a “The Cook-Rees Memorial Fund For Water Search And Safety”, e no mesmo ano lançou um álbum ao vivo de duas de sua apresentações , uma Ao Vivo em Paris e a outra Ao Vivo em Toronto. E reverteu todos os lucros para a fundação. Após esse álbum, Loreena não quis publicar nenhum outro álbum até recentemente em 2006, quando publicou seu álbum An Ancient Muse

Em julho de 2004 o Governador Geral Adrienne Clarkson condecorou Loreena com a Ordem do Canadá, a mais prestigiada ordem para civis.

Zeitgeist - O Filme (Peter Joseph)

Esse filme é para quem gosta de Teoria da Conspiração.

Muito bom! Vale a pena!





Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo, ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve). Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.

Em 2 de Outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist:Addendum, onde se trata temas com a globalização, manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.

O filme é estruturado em três seções:

* Primeira parte: "The Greatest Story Ever Told" ("A maior história já contada") - Aos 00:13 min
* Segunda parte: "All The World's A Stage" ("O mundo inteiro é um palco") - Aos 00:40 min
* Terceira parte: "Don't Mind The Men Behind The Curtain" ("Não se importem com os homens atrás da cortina")- Aos 01:14 min

Sobre o Vodú

Depois da tragédia que se abateu sobre o Haiti, ficou ainda mais evidente a presença da religião de 90% dos haitianos, o Vodú. Nesse video do Fantástico, podemos conhecer um pouco mais sobre essa crença tão estigmatizada.




O video abaixo tem o áudio em espanhol, sem legendas, mas chega a ser ainda mais interessante que a matéria acima.




Os videos abaixo relatam a história de um casal que começa a ter alguns problemas ao ganhar de presente um boneco de Vodú.

PARANORMAL STATE - BONECO DE VODU (PARTE 1)




PARANORMAL STATE - BONECO DE VODU (PARTE 2)

Candomblé - Uma Introdução (por Rafael Garrido)

O candomblé, como conhecemos no Brasil, é um sub-produto dos "Cultos aos Males, Irunmales e Orixás". Estes cultos são originários do Continente africano. Foram espalhados pelo mundo no advento da escravidão dos negros africanos. Vários povos (ou nações) foram trazidos para o Brasil como escravos. Cada nação era formada por várias tribos. Cada tribo tinha sua forma de culto e seu deus particular. Ex. (Povo Nagô)

Cidade: Oyó = Deus adorado: Xango
Cidade: Irê = Deus adorado: Ogum
Cidade: Keto = Deus adorado: Oxossi
Cidade: Ilexá = Deus adorado: Oxum
Cidade: Ibadam= Deus adorado: Yemanjá

Cada indivíduo por sua vez adorava o deus coletivo, seu bara (dono do seu corpo), seu olori (dono de sua cabeça) e seu odu (seu destino).

Há outros cultos menores e particulares:

Geledé: Culto a Yami Oxorongá (minha mãe feiticeira) culto de exclusividade feminina onde algumas mulheres eram consideradas como tendo poderes sobrenaturais. Seu domínio e seu símbolo eram as aves.

Egungun: Culto prestado aos mortos, feito somente por homens. Eles acreditam ter domínio sobre as almas errantes. Porém há grande temor entre eles. Acreditam que, quando a alma desencarnada está manifesta, não se pode tocar nem em suas roupas que são coloridas e tem armações de bambu. Os mortos não incorporam, manifestam-se de forma sobrenatural entrando numa dessas roupas.

Formação do panteão de orixás

Com a vinda de muitas nações africanas para o Brasil, vieram um sem número de cultos e deuses. No nordeste do Brasil a predominância, entre outros povos trazidos, foi dos Nagôs que falavam o Yorubá (língua do rei). Já no sudeste a predominância foi dos povos bantos. Com a necessidade deles viverem juntos nas senzalas (tanto no nordeste como no sudeste do Brasil) ouve uma mesclagem das culturas (roupas, dialetos, indumentárias cultos e etc.) com as predominâncias já citadas. Daí nasce o que chamamos no Brasil Candomblé. Palavra de origem desconhecida. "



Conceito de Deus

Para os nagôs (nordeste do Brasil) existe um criador de todas as coisas, cujo nome não é permitido dizer. Eledumarê ou Eledumayê ou ainda Olodumaré, (Senhor do Destino Eterno ou Deus Eterno). Vale comparar com o título dado a Deus: El adonai.

Para os bantos (sudeste do Brasil) o criador é Zambi .

Conceito de Salvação

Na visão dos nagôs, quando um africano morre crê-se que ele vai para um dos nove oruns (céus) existentes. Quem cuida desses oruns é uma entidade chamada Oyá - Inhaçã (Yámesan - Mãe dos nove - fazendo referência aos nove oruns ou nove cabeças).

Quando uma alma desencarnada fica vagando, é chamado o alagbá (chefe do culto dos egunguns) para despachá-lo.

Há também uma cerimônia quando alguém ligado ao culto morre. É o Axexê - cerimônia fúnebre para apascentar o morto e invocar Oyá Balé (título que significa: senhora dos mortos ou do cemitério) para levá-lo ao seu destino.

Pecado

Não há conceito de pecado. Todas as oferendas são feitas para agradar e reverenciar os deuses. Há dois tipos básicos de oferendas: O ebó - sacrifício ou obrigação e o Irubó - oferenda.

Nestes sacrifícios ou oferendas acredita-se que: A energia vital do animal (seu sangue) sacrificado é transferida para o ofertante ou aquele que faz o sacrifício.



Cerimônias de Iniciação

Nas cerimônias de iniciação , há um ritual chamado afejewé (nós lavamos com sangue) que é o ápice do ritual. Consiste em sacrificar vários animais e banhar o yaô (noiva - novato) naquele sangue colhido. Todos os iniciados são sacerdotes. A cerimônia visa o renascimento do yaô. O mesmo fica recluso um período de tempo que varia de tribo para tribo. Este período de reclusão eqüivale a sua morte. A cerimônia do afejewé o princípio do seu renascimento. Quando renascido o yaô recebe o seu orukó - novo nome e passa por um ritual de reaprendizagem das atividades comuns do tipo: comer, se vestir, andar sentar etc. Tudo lhe é ensinado novamente e quem faz isto é a yákota - mãe criadora ou mãe pequena. Nunca mais se pode fazer referência ao "velho homem morto" ou seja nem seu velho nome pode ser dito. Se por ventura alguém chama um desses sacerdotes por seu velho nome é como se lhe desejasse a morte.

O candomblé no Brasil

No Brasil muito de tudo isto se perdeu e muito foi acrescentado. O candomblecista comum acredita em Deus e os noviços são marcados no seu corpo com uma cruz, na maioria das casas de candomblés. São levados, após as cerimônias de iniciação a uma missa para receber a bênção do padre. Uma tradição que virou ritual.


UMBANDA - Origem

Os portugueses impuseram aos negros escravos sua crença católica, o que não foi muito bem aceita nas senzalas. Além de obrigar os negros a aceitarem sua crença os portugueses também proibiram os cultos aos deuses pagãos dos escravos. Os escravos que não se submeteram foram perseguidos, açoitados e mortos. Até que surgiu entre eles a idéia de se fazer como em Ilexá (cidade da Nigéria), ou seja abrir um ujubô - buraco sagrado e nele depositar o seu igbá - espécie de vasilha pactual (arca da promessa) onde se encontrava alguns objetos. Sobre este ujubô os escravos colocavam as imagens dos santos católicos.

Nos seus cultos eles diziam estar reverenciando os santos e o deus católico com cânticos em dialetos africanos e com danças características, mas na verdade adoravam seus deuses e cantavam a ele. Surge daí o sincretismo afro-brasileiro. Surge também a tradição de levar os iniciados a uma missa, o que foi incorporado ao ritual comum de iniciação.

Com o passar dos tempos a proibição caiu por terra, mas ficou a tradição. Com a morte dos patriarcas o culto foi perdendo suas origens e povo foi acreditando nas imagens. Foram sendo acrescentados cultos não originários da África: Culto aos cablocos, aos povos de rua (culto a oluponã). Culto a pomba-gira (Bombogira dos bantos), culto às almas - pretos velhos (culto aos egunguns dos nagôs).

Foram aculturadas diversas crenças que podem ser encontradas nos altares: Vudu (originária da Europa - basicamente feitiçaria ). Encontra-se também sobre seus altares a imagem de Jesus, de Maria, de Buda entre outros. "


Este é um texto básico com algumas definições.

Xangô



Yemanjá







Ossain







Oxumaré



Oxum





Oxaguian

Oxalufã





Ogum





Nanã

Omulu





A Erva do Diabo



O livro aborda a história dos cinco anos que Carlos Castaneda passou ao lado do índio yaqui dom Juan, em Sonora, México. Estudante de Antropologia da Universidade da Califórnia, Castaneda buscava informações para uma pesquisa de campo sobre ervas psicotrópicas utilizadas pelos antigos xamãs quando travou seu primeiro contato com o velho feiticeiro. A jornada espiritual narrada por Castaneda em 'A erva do diabo' apresentou ao mundo um processo de percepção cujas informações são apreendidas num sistema cognitivo que está além das sintaxes da civilização, além da memória, da experiência ou de qualquer conhecimento prévio - a realidade 'extra-sensorial' -, estimulado através dos usos do peyote e outras plantas alucinógenas em rituais sagrados dos xamãs.



Circe oferecendo a taça a Ulisses (John William Waterhouse)

Sobre o Segundo Círculo

Esse blog não tem grandes pretensões... Não quer virar material de consulta de ninguém... Antes de tudo, pretende ser um canal de comunicação entre pessoas (que se conhecem) e tem objetivos em comum muito claros: auto-conhecimento e troca de informações a respeito dos temas propostos... Espiritualidade, mitologia, arte, ocultismo, religiões e tudo o que deriva disso... Bem-vindos são todos que se identificarem com essa filosofia.