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Dead Can Dance



Desde a sua criação em 1981 até ao final da década passada, os australianos de origem anglo-irlandesa “Dead Can Dance” mudaram o panorâma da música alternativa feita no velho continente. Colheram e reiventaram influências da folk, da pop, da música antiga e tradicional dos quatro cantos do mundo. Ao todo, oito discos atemporais.

O grupo Dead Can Dance consiste essencialmente num duo composto por Lisa Gerrard e Brendan Perry, dois australianos, ambos de origem anglo-irlandesa, que no início dos anos 80 se juntaram para dar origem a um dos agrupamentos musicais mais emblemáticos da música alternativa do final do século XX. E realmente é impossível catalogar a música produzida pelos Dead Can Dance, a não ser como alternativa, o que é sempre um pouco vago, tal não é a quantidade de influências que desfilaram ao longo de 17 anos de carreira, 8 discos de originais e inúmeras colaborações com outros artistas.

Elementos típicos da música pop, folk, música medieval, música de origem árabe, misturam-se constantemente com ritmos tribais, ou com música de câmara, de modo a criar ambientes únicos, plenos de espritualidade, plenos de alma. E é precisamente na busca da alma escondida em cada instrumento musical que se inspira o nome do grupo. Como diz Brendan Perry, “o significado por detrás do nome tem a ver com a procura da vida inerente aos instrumentos musicais, que por si só são objetos inanimados, mortos”.

Fonte: Last FM

Rakim



The Host Of Seraphim

Loreena McKennitt




Loreena Isabel Irene McKennitt é uma cantora canadense nascida em 17 de fevereiro de 1957. Compositora, pianista e harpista, além de muitos outros dotes artísticos Loorena é conhecida pelo seu estilo de música em estilo New Age, Celta eclético, com tendências do Médio Oriente.

Filha de Jack e Irene Mckennitt, Loreena nasceu em Morden, Manitoba de ascendência irlandesa e escocesa. Loreena assim como muitas crianças demonstra na infância um grande interesse por música. Foi então que Loreena iniciou-se na formação musical, Loreena estudou piano clássico por 10 anos e canto durante 5 anos.

Nos anos 70, Loreena já se apresentava em clubes de música e em espetáculos musicais.

Em 1981, Loreena mudou-se para Stratford, Ontario, onde trabalhou como compositora, atriz e cantora no Festival Shakespeareano do Canadá e é onde ela reside atualmente. Seu primeiro álbum Elemental, foi lançado em 1985, e atraiu a atenção mundial, por ser um auto-trabalho. Incluindo To Drive the Cold Winter Away em 1987, Parallel Dreams em 1989, The Visit em 1991, The Mask and Mirror em 1994, The Winter Garden em 1995 e The Book of Secrets em 1997.

Loreena juntou à cultura celta, a elementos da música oriental, introduzindo um toque erudito e utilizando instrumentos folclóricos, aliados aos sons eletrônicos obtidos através de sintetizadores. Somado a isto vocais diáfanos que remetem a eras indefinidas. O resultado desta mistura é o sucesso da canadense.

Sua música “The Mummers Dance”, foi um sucesso generalizado, que recebeu consideráveis prêmios e se destacou nas rádios norte-americanas. Seu primeiro álbum completo An Ancient Muse, trabalhado em estúdio por nove anos, foi lançado em novembro de 2006.

Todos os seus trabalhos sempre foram idealizados por custeio próprio, e sob a marca da produtora Quinland Road. Produtora esta que é administrada pela própria Loreena.

A Quinland Road não é tão famosa como produtora musical, já que tem apenas como instrumentista e artista a própria Loreena. Mesmo tendo criado este selo para distribuir seus cds e expandir suas fronteiras, Loreena se associou a Warner que divulgou seu quarto álbum, The Visit, em 31 países. O sucesso foi tanto que Loreena recebeu disco de platina dupla no Canadá, vendeu mais de 300 mil cópias em outros países, sendo que 200 mil foram só nos Estados Unidos. Em países como Austrália, Nova Zelândia, Itália e Espanha, Loreena ganhou disco de ouro. Mostrando assim que a gravadora de uma única artista é um sucesso que já vendeu mais de 4 milhões de álbuns em mais de 40 países.

Em 1993, sua música tornou-se mais conhecida, época esta em que Loreena excursionou pela Europa, apoiando Mike Oldfield. Em 1995 sua versão da música Bonny Portmore foi tema de destaque do filme Highlander 3, provocando assim um grande aumento nas vendas pelos fãs do filme.

Sua música também foi destaque nos filmes Soldier, Jadie e foi no filme The Mists of Avalon, que Loreena alcançou maior notoriedade também quando algumas de suas músicas foram selecionadas como trilha sonora do filme, filme este que sua trilha sonora principal era The Mystic’s Dream, música de Loreena. Vale ressaltar que o filme também recebeu indicação como melhor trilha sonora. A série televisiva Roar também teve como trilha as músicas de Loreena.

Em 1998, três pessoas próximas a Loreena, entre elas seu noivo, morrem em um acidente de barco na “Georgian Bay”, afetando profundamente Loreena, o que a fez fundar a “The Cook-Rees Memorial Fund For Water Search And Safety”, e no mesmo ano lançou um álbum ao vivo de duas de sua apresentações , uma Ao Vivo em Paris e a outra Ao Vivo em Toronto. E reverteu todos os lucros para a fundação. Após esse álbum, Loreena não quis publicar nenhum outro álbum até recentemente em 2006, quando publicou seu álbum An Ancient Muse

Em julho de 2004 o Governador Geral Adrienne Clarkson condecorou Loreena com a Ordem do Canadá, a mais prestigiada ordem para civis.

Omnia



É uma banda NeoCelt Pagan Holandesa, que se baseia nas crenças pagãs, a Antiga Religião, especialmente a celta (Druidismo).

A temática das músicas são normalmente relacionadas a divindades e aos tipos de cultos que eram feitos na época antiga e medieval por esse povo, e tentam manter um estilo musical que era feito pelos celtas.

Temos em seu repertório instrumental: gaitas, flautas, tambores (conhecidos como Bodhran), harpa, entre outros instrumentos ritualísticos.

Blackmore's Night



Blackmore’s Night, banda de música renascentista com pitadas de rock, formada pelo guitarrista Ritchie Blackmore (Deep Purple, Rainbow) que além da guitarra, violão e mandolim, na banda ele também toca hurdy gurdy (um instrumento medieval) percurssão renascentista e tambourim e pela sua companheira Candice Night, nos vocais, shaws, rauchpfife, pennywhistle e chanters.

Tem também como músicos Lady Nancy e Lady Madeline (Sisters of the Moon) dividindo os backing vocals, Bard David of Larchmont (tocando piano, orgão, harpsichord, acordeão e pipe organ), Squire Malcolm como percussionista e Sir Robert of Normandy, um multi-instrumentista atuando especialmente como baixista.

A banda foi formada em 1997 apenas como um projeto do guitarrista e sua companheira, com o seu primeiro álbum Shadow Of The Moon, que contou com a presença do flautista Ian Anderson numa de suas faixas, este teve uma boa repercursão. Excursionaram especialmente pela Europa, tocando em lugares com ambientes medievais, como os castelos europeus. Nos quais até os fãs os assistem vestidos a caráter: lords, pricesas, camponesas e até bobos da côrte.

Site Oficial: http://www.blackmoresnight.com/

Cocteau Twins



Os Cocteau Twins foram uma banda escocesa de dream pop, formada em Grangemouth, Escócia, em 1979. Os seus membros eram Elizabeth Fraser (vocais), Robin Guthrie (guitarra), Will Heggie (baixo), Simon Raymonde (baixo, em 1983, com a saída de Heggie).

Poucos grupos foram tão originais e prolíficos quanto esse trio escocês. Gravavam pela minúscula 4 AD e, ao lado de New Order e Smiths, foram os maiores nomes da cena independente britânica, no que diz respeito a lançamentos e vendagens.
Com os vocais maravilhosos de Elizabeth Fraser e uma camada sonora produzida ao som de baixo, guitarra, teclado e bateria eletrônica, o Cocteau Twins teve uma das propostas sonoras mais interessantes, ainda que não funcionassem muito bem ao vivo, fato este comprovado quando a banda tocou em São Paulo no início da década de 90. O nome veio de uma velha canção do (também) grupo escocês Simple Minds. Se você acha que a voz mais exótica do pop dos anos 80 e 90 é a de Björk e nunca ouviu o Cocteau, prepare-se para reavaliar seu conceito.

Site Oficial: http://www.cocteautwins.com/


Circe oferecendo a taça a Ulisses (John William Waterhouse)

Sobre o Segundo Círculo

Esse blog não tem grandes pretensões... Não quer virar material de consulta de ninguém... Antes de tudo, pretende ser um canal de comunicação entre pessoas (que se conhecem) e tem objetivos em comum muito claros: auto-conhecimento e troca de informações a respeito dos temas propostos... Espiritualidade, mitologia, arte, ocultismo, religiões e tudo o que deriva disso... Bem-vindos são todos que se identificarem com essa filosofia.